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Você sabe o que Pokémon Go, Waze e o Uber têm em comum? Todos estes negócios disruptivos utilizaram a geolocalização na hora de inovar.

Com o Uber, você tem acesso a um serviço de transporte ágil e eficaz com apenas alguns cliques. Pokémon Go levou milhões de pessoas ao redor do mundo para caçar pokémons fora de casa. O Waze mudou para sempre a forma que as pessoas se relacionam com o trânsito das cidades.

E não é diferente com a publicidade mobile. O uso da localização faz toda a diferença na performance das campanhas porque:

  • Expande as possibilidades de segmentação;
  • Revela o comportamento do público-alvo no mundo offline;
  • Permite que a comunicação entre a marca e o consumidor seja real time.

Continue lendo para saber como a geolocalização pode resolver cinco desafios comuns em campanhas mobile.

1. Falta de relevância

A alta competitividade do mercado de publicidade mobile pode comprometer o sucesso da sua campanha. Você já parou para pensar na grande quantidade de anúncios que você vê todos os dias?

O ingrediente que faz toda diferença na hora que o consumidor decide ignorar ou interagir com o seu anúncio é a relevância. E compreender os interesses, hábitos, necessidades e desejos do consumidor ajuda bastante no processo de criação de um anúncio que desperte o interesse do público.

O ingrediente que faz toda diferença na hora que o consumidor decide ignorar ou interagir com o seu anúncio é a relevância.

Por isso que o uso de dados de localização é tão eficaz em campanhas mobile: não existe outro dado que revele tanto sobre o comportamento do público. Os locais que frequentamos falam muito sobre o que realmente importa para nós.

A partir do momento que o conteúdo que oferecemos é contextualizado com a realidade do público, ele se torna relevante.

2. Atrair visitas aos pontos de venda físicos

Muita gente acreditava que o avanço do digital causaria o desaparecimento do varejo físico. Essas pessoas estavam enganadas. Mesmo com todas as facilidades oferecidas pelo e-commerce, nada é capaz de substituir a sensação de adquirir um produto e levá-lo para casa na hora. De acordo com um estudo da Nielsen, 70% das decisões de compra ainda acontecem no mundo físico.

Com a chegada do mobile tudo mudou: o mundo digital ficou ao alcance das mãos. Através dos smartphones podemos nos conectar em qualquer hora e em qualquer lugar, unindo as experiências on e off em uma só.

Por isso que o mobile é uma ferramenta poderosa na hora de atrair visitas ao ponto de venda: ele está junto do consumidor em todos os momentos. Isso permite que o anunciante molde os seus anúncios de acordo com o contexto que o público está vivenciando.

geolocalização

Se coloque no lugar do consumidor: você estaria muito mais propenso a conferir uma oferta em uma loja física se você estivesse próximo dela, não é verdade? Através da geolocalização, você é capaz de impactar a audiência que esteja próxima dos pontos de venda da marca anunciante e/ou concorrente.

É aqui que a geolocalização se destaca como ferramenta de atração: por ser capaz de filtrar a audiência que será impactada de acordo com o local onde ela está, as campanhas geo-segmentadas são muito mais relevantes para a audiência.

Quando a audiência conclui que uma campanha é relevante, ela interage com o anúncio. A poderosa combinação entre relevância e proximidade do ponto de venda cria condições favoráveis para a concretização da visita do consumidor. Assim, aumentando o fluxo de visitantes no ponto de venda.

Outra possibilidade que a geolocalização traz é enviar ofertas e mensagens personalizadas para clientes que estejam dentro da loja. Afinal, uma vez que o consumidor está no ponto de venda, ele está muito mais propenso a fazer uma compra.

3.Decifrar o comportamento offline do público

Os cookies foram as estrelas do marketing digital na era do desktop. Através deles, um site era capaz de identificar todos os acessos de um determinado usuário e, assim, criar anúncios baseados no comportamento online dele.

Porém, no meio offline, as pesquisas eram a única forma de compreender o comportamento do consumidor dentro das lojas. Além de serem caras, raramente a amostra de entrevistados conseguia representar todas as personas do público-alvo.

Com o surgimento da geolocalização ficou muito mais fácil compreender a audiência. Através de tecnologias indoor (que funcionam em locais fechados), o anunciante pode saber o tempo médio que o público passa no ponto de venda, quais são os corredores mais visitados e quais são os lugares que os visitantes costumam ir antes e depois de visitar o estabelecimento.

As possibilidades da geolocalização ainda vão além. Com ela, também é possível saber os hábitos, desejos, necessidades e preferências do consumidor.

Compreender o comportamento offline da audiência faz toda a diferença no processo de criação e na performance da campanha. Ao criar uma ação capaz que supra alguma necessidade do público-alvo, o profissional de publicidade garante bons resultados.

4. Provar o ROI da campanha

Provar o ROI de uma campanha mobile nem sempre é uma tarefa fácil. Métricas como CTR, número de cliques e impressões nem sempre são capazes de demonstrar para o anunciante o sucesso da campanha.

Agora imagine se fosse possível mensurar o número de visitas ao PDV geradas por uma campanha mobile? Ficaria muito mais fácil demonstrar o sucesso da campanha, concorda?

Ao adotar a geolocalização, o anunciante tem acesso a um relatório completo com o número de consumidores que visitaram algum ponto de venda após interagir com o anúncio. Por demonstrar um retorno palpável, esta é uma das mais valiosas métricas disponíveis no mercado de marketing digital.

Outro aspecto interessante sobre a métrica de visita física é que ela pode ser utilizada para calcular o CPV – Custo Por Visita. A fórmula que calcula esta métrica é bem clara, é só dividir o custo da campanha pelo número de visitas geradas. Ao calcular esta métrica, o anunciante saberá qual foi o custo de cada visita gerada.

geolocalização

5. Engajar o consumidor antes, durante e depois da compra

Por analisar o comportamento offline do consumidor, o uso da geolocalização permite que o anunciante impacte o consumidor antes, durante e depois da compra de forma contextualizada.

Existem três segmentações específicas para cada momento vivenciado pelo consumidor na jornada de compra:

  • Pretargeting

O Pretargeting analisa os hábitos de consumo da audiência para segmentar as campanhas de acordo com as preferências, desejos e hábitos do consumidor.

Na prática, funciona assim: suponha que você esteja criando uma campanha para uma rede de fast food. Impactar consumidores que frequentem a academia diariamente não ajudaria em nada na performance da campanha.

Com a segmentação Pretargeting, você pode impactar a audiência que visita com frequência fast foods. Assim, você terá a oportunidade de apresentar a marca para os consumidores que consomem fast food, porém não conhecem a marca do seu cliente e que nunca fecharam uma compra com o anunciante.

  • In Loco

Depois de conquistar novos clientes com a segmentação Pretargeting, você pode utilizar a segmentação In Loco para impactar os consumidores que estejam dentro do ponto de venda. Esta estratégia é eficaz para influenciar a audiência no momento decisivo para o fechamento da compra.

Porém, a segmentação In Loco não se limita a impactar o público que está dentro das lojas do anunciante. Ela pode ser utilizada para impactar os consumidores em endereços específicos e estratégicos para o sucesso da campanha.

Considere o seguinte exemplo: vamos supor que a rede hipotética de fast food que citamos acima também deseje utilizar a segmentação In Loco. Com o objetivo de influenciar o consumidor no momento da compra, a rede de fast food anuncia uma promoção exclusiva para divulgar o novo combo disponível no cardápio.

Através da segmentação In Loco, a campanha atinge os endereços dos pontos de venda da rede anunciante e as lojas concorrentes. Assim, os consumidores que estão dentro da loja podem aproveitar e pedir o novo combo. Já os que estão dentro das lojas concorrentes poderão mudar de ideia e adquirir o novo combo da marca anunciante.

Ou seja, com a segmentação In Loco, as marcas podem impactar o público no momento exato da compra.

geolocalização

  • Retargeting Offline

Com o Retargeting Offline, as marcas conseguem impactar o público após o momento decisivo para o fechamento da compra, mantendo a marca na mente das pessoas.

Através da tecnologia de geolocalização, é possível segmentar a campanha para o público que visitou o ponto de venda recentemente. O Retargeting Offline funciona muito bem como uma ferramenta para fidelizar os consumidores.

No final, todos saem ganhando: as marcas aumentam as chances de concretização de compra e o público recebe anúncios contextualizados com a sua realidade.

Quer saber mais sobre o uso da geolocalização no marketing? Clique aqui para baixar o Ebook da Mobile Marketing Association (MMA) – Geolocalização Aplicada ao Marketing agora.

Nele você vai encontrar estatísticas atualizadas, insights e cases de marcas famosas que utilizaram a geolocalização.

Ficou com alguma dúvida? Gostaria de compartilhar alguma experiência com a gente? Sinta-se à vontade para comentar abaixo 😉

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